
A final do Mundial de Clubes, vencida pelo Chelsea, teve uma presença que chamou a atenção de todo o estádio: Donald Trump. O ex-presidente dos Estados Unidos compareceu à cerimônia de premiação e protagonizou um dos momentos mais inusitados da noite. Em entrevista à emissora DAZN, Trump surpreendeu ao sugerir que pretende assinar uma ordem executiva para mudar oficialmente o nome do esporte no país de “soccer” para “football”.
“É hora de chamarmos esse esporte pelo nome que o mundo inteiro usa: football. Somos os únicos que ainda usamos ‘soccer’. Isso precisa mudar”, afirmou Trump, arrancando risos e olhares de espanto dos presentes. A fala rapidamente viralizou nas redes sociais e dividiu opiniões, especialmente entre os torcedores norte-americanos mais tradicionais, acostumados com o uso da palavra “football” para se referir ao futebol americano.
Apesar de ter deixado o cargo de presidente, Trump mantém forte influência política nos Estados Unidos e continua sendo uma figura central no debate público. Sua presença na decisão do Mundial também gerou polêmica, já que ele não costuma comparecer a jogos de futebol e, no passado, chegou a minimizar a popularidade da modalidade no país.
A proposta, por mais simbólica que seja, reacende uma discussão antiga nos EUA: o lugar do futebol (ou soccer) no coração dos americanos e sua identidade esportiva. Com o país se preparando para sediar a Copa do Mundo de 2026, ao lado do México e do Canadá, mudanças culturais e simbólicas como essa — mesmo que improváveis — acabam ganhando visibilidade.




